17 março 2010

Abaixo-assinado para a construção de paragens de autocarros

Colegas,

O Movimento AGIR está a recolher assinaturas para que seja construida uma paragem de autocarros da AAUM, quer em Gualtar, quer em Azurém.
Esta é mais uma das promessas de AAUM feita há já muito tempo, mas que não se concretizou.
É inadmissível estarmos à chuva e ao sol à espera dos autocarros.
Estivemos a semana passada e estaremos durante a corrente semana a recolher assinaturas para que esta medida seja levada em conta. Podes contactar-nos junto às paragens, podes enviar-nos um e-mail para agir.uminho@blogspot.com ou podes ligar para 916566584 ou 965415206.

Sempre em defesa dos interesses dos estudantes.

04 dezembro 2009

Lista B para a direcção da AAUM






Lista E para a Mesa da RGA


Lista H para o CFJ


Eleições para os órgãos da AAUM

O movimento AGIR dinamiza 3 listas para os órgãos de governo da AAUM, a lista B para a direcção da AAUM, a lista E para a mesa da Reunião Geral de Alunos (RGA) e a lista H para o conselho fiscal e jurisdicional (CFJ).

10 novembro 2009

Marcha Pelo Ensino Superior - 17 Novembro

Na Assembleia Magna (AM) de 4 de Novembro, em Coimbra, foi aprovada uma moção de Marcha pelo Ensino Superior, no próximo dia 17 de Novembro, entre a Cidade Universidade e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

A Manifestação surge pela urgente necessidade de mais financiamento para o Ensino Superior e pelo reforço da Acção Social.

Cada dia que passa aumentam as reivindicações dos estudantes em todo mundo. Desde de Bolonha ao RJIES, a passar pelas Propinas, Acção Social e os sucessivos cortes orçamentais, os estudantes estão cada vez mais descontentes com o rumo que o Ensino está a tomar.

Em Portugal, a Acção Social é mais uma vez tema de noticias. Face a crise económica e social sentida em todo o mundo, cada vez mais estudantes têm de recorrer a este apoio para poder continuar os seus estudos.

É urgente um intervenção activa por parte do Governo Português, mas não pode ser a sua desresponsabilização, como acontece actualmente com o incentivo aos empréstimos bancários e a "empregos" precários dentro das Instituições de Ensino. Estas medidas não são a solução.
O endividamento dos estudantes aumenta em paralelo com as dificuldades de empregabilidade.

Junta-te a esta luta, por um Ensino Superior público, universal, gratuito e democrático!

25 outubro 2009

Universidade de Viena ocupada

A Educação não é uma mercadoria!

16 outubro 2009

Ensino público em capitais de risco.

A3-3 height="500" width="100%" > value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=21191097&access_key=key-1w8agcczko1b82t8kggy&page=1&version=1&viewMode=">

14 outubro 2009

Comunicado à imprensa sobre a investigação do Tribunal de Contas às finanças da UM

Vieram a público recentemente noticias sobre um relatório do Tribunal de Contas sobre as finanças da Universidade do Minho que revelou inúmeras irregularidades.

Em primeiro lugar o Tribunal de Contas assinala o desrespeito pela unidade de tesouraria do Estado pois a UM possui 29 contas bancárias, não foram feitas todas as entradas e pagamentos através do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público e não foram pagos ao Estado os juros das contas bancárias da banca comercial.

O Tribunal de Contas acusa também a instituição do pagamento ilegal de ajudas de custo e deslocações ao estrangeiro feitas por presidentes e vice presidentes de escola, chefes de divisão, directores de unidades de investigação e desenvolvimento no valor de 84 mil euros.

Mais grave ainda é o investimento ilegal em sociedades comerciais que têm causado prejuízo aos cofres da instituição. O Tribunal de Contas censura especificamente a entrada da UM no capital social de um verdadeiro clube de ricos onde têm participação os maiores grupos económicos de Braga compondo uma sociedade anónima de capital de risco onde estão representadas varias empresas da cidade como a AIminho, Bmcar/TLCI, Carclasse/Bragaparques e grupos de construção civil como Britalar, DST e ABB. Recorde-se que a Bragaparques é uma empresa envolvida em vários escândalos de corrupção e cujo administrador, Domingos Névoa, foi condenado.

Existem ainda despesas e pagamentos ilegais através do Fundo de meneio do gabinete do reitor que ascendem ao valor de 10 mil de euros referentes a 188 refeições sem justificação ou enquadramento legal e pagamento ilegal do subsidio de alimentação ao reitor no valor de 679 euros.

Sobre este assunto, o Governo nada disse, a Reitoria (obviamente) nada disse, os candidatos a Reitor nada disseram também e a direção da Associação Académica da Universidade do Minho fica calada. Todos eles são coniventes com este caso. Uns pelos seus actos e outros pelo seu silêncio.

A politica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior é a de cortar cada vez mais no Orçamento de Estado para o Ensino Euperior para intencionalmente criar necessidades de financiamento que permitam abrir o ensino à privatização.

O AGIR, como grupo de alunos preocupado com o presente e o futuro da Universidade do Minho denuncia esta situação tendo em conta os graves problemas financeiros da instituição e as suas consequências para a vida da comunidade académica.

Durante esta semana levamos a cabo uma campanha de denuncia perante comunidade académica desta situação, visto que os representantes dos estudantes, os poderes estabelecidos na universidade e o Governo não o fazem.

Esperamos ainda que estes acontecimentos tenham consequências reais, responsabilizando os seus autores, exigimos também que a Reitora, o Conselho Geral, a AAUM e o Governo se pronunciem publicamente e assumam uma posição clara sobre este assunto.

Movimento Agir (Agrupamento de Intervenção e Resposta)

19 setembro 2009

UM presenteia clube de ricos com dinheiro público

Foi denunciado pelo Tribunal de Contas (TC) que a UM tem participação em 17 sociedades comerciais onde a instituição tem acumulado perdas financeiras consecutivas sem que isso seja reflectido nos seus documentos contabilísticos (apenas reflecte 13 na contabilidade não revelando todos os custos destas presenças).
O TC censura especialmente a UM pela entrada no capital social de uma sociedade anónima de capitais de risco que junta os maiores grupos económicos de Braga numa sociedade anónima de capital composta pela Alminho, Bmcar/TLCI, Carclasse/Bragaparques e grupos de construção civil como Britalar, DST e ABB.
O TC sublinha também que a entrada nestas sociedades anónimas constitui uma violação da lei que para além de não dar qualquer tipo de receitas à instituição, aprofunda ainda o défice já existente. Lembremo-nos que foi por causa deste défice que a UM fechou por 15 dias durante o período natalício, privando os alunos do acesso às instalações.
A desculpa dada para todo este lodaçal é atribuição à UM da missão de dedicar atenção à região onde se insere, contribuindo para o desenvolvimento social e económico e para o conhecimento, defesa e divulgação do seu património cultural. Esta mentira pegada serve apenas para desculpar a forma ilegal como os corpos de gestão da UM aplicam o já insuficiente dinheiro público que lhes é atribuído pelo estado em sociedades privadas algumas delas envolvidas em vários casos de corrupção.
Esta é a prova provada do que acontece quando se tem uma política de introdução de interesses privados nas instituições de ensino superior público. Enquanto vemos o enriquecimento de alguns empresários devido a este tipo de esquemas vemos por outro lado milhares de alunos a abandonar a universidade por falta de dinheiro para as suas necessidades básicas.

E nós pagamos propinas...

As contas destas negociatas:
Prejuízos entre 2005 e 2007:
Operacionais € 913.891
Financeiros € 1.025.424
Correntes € 1.669.430
Líquidos € 628.261